23 de novembro de 2011

O nome dela era Alê!


Eu tenho dois sérios problemas. Um, é guardar nomes, (mas isso também é muito relativo, nomes comuns e de fácil assimilação eu costumo gravar). O segundo; é trocá-los, isso mesmo.
Fiquei um tempão chamando um amigo de Guilherme, quando seu nome era Henrique (ele pra tirar um sarro, não me corrigiu – se não fosse uma amiga me avisar...)

O professor de matemática, eu costumava chamar de Anésio, e seu nome era Anísio rs. No começo da minha amizade com a Ká, do blog Acordei, a chamei uma vez de Karine (lembra Ká? rs).
É muito chato e feio não lembrar o nome das pessoas, ainda mais, se você teve contato com ela, durante certo tempo.



6h40 da manhã, eu no maior sono, estou lá, esperando o ônibus, para variar ele chega super lotado, como de costume, entro sem animo, procuro um lugar para ficar e de repente uma voz familiar chama meu nome:

— Érica?

Viro-me para olhar

— Oiiii! Tudo bom? Cumprimentou-a com beijo no rosto.

— Tudo e você, responde simpática. Nossa menina quanto tempo né?  Ela começa a puxar assunto e eu penso: “qual é o dela mesmo? Putz! Eu não tinha a menor ideia.

—Todo mundo lá no curso está com saudades, ela continua a tagarelar e logo concluo que a conversa ia longe. 

Então, para não ficar chato comecei a chamá-la de “flor”.

— Eu também flor, diga que mandei beijos para todos.

—Érica, você pretende voltar para o curso?

— Pretendo sim flor, talvez no ano que vem!

— Tem que voltar mesmo, inglês hoje em dia é essencial.

— Ah, com certeza...

Depois de meia hora que iniciamos a conversa, se aproxima uma amiga dela. Agora, descubro o nome dela, me animo. Arrã, ah tá!

A pessoa chamou todos os nomes possíveis: Amiga, miguxa, amore, miguis, FLOR! Menos o nome da dita cuja, aff nem pra me ajudar...

Conclusão fui o caminho inteiro (é, para minha sorte ela desceu um ponto depois do meu) chamando-a de flor, às vezes, de florzinha, para variar rs. E ela me chamando pelo nome.

Passei o resto do dia tentando me lembrar do nome da garota e nada! Mas, não é possível, faz um esforço Érica, como você pode esquecer os nomes das pessoas assim? Feio isso né?  Eu sei!

Chego a minha casa, ainda com a ideia fixa - de me lembrar o nome da “flor” pego o material do curso para folhar e.... Tcham, tcham, tcham.... Descubro!

O nome dela era Alessandra!

A Alê, claro! rs.

ღ 


13 comentários:

Aione Simões disse...

Hahaha eu dei risada!
É horrível quando isso acontece né, de a gente não lembrar o nome da pessoa! Já passei por situações assim ^^
Gostei do post!
Beijão, flor!
(Juro que sei que é Érica :P)

Érica Lopes disse...

Hehehehe

Isso acontece algumas vezes comigo rs
Juro que sei que você é a Aione ;)

Beijos

Glaucea Vaccari disse...

HUSAUSHAsHA
Ainda bem que existem esses 'adjetivos' pra gente chamar os outros né.
Eu normalmente guardo os nomes das pessoas, mas tem horas que a memória falha hhehe
Bjo

Luara Cardoso disse...

Essa foi demais! Já aconteceu comigo, e eu tive que perguntar: "Qual o seu nome mesmo?" AUHSAHUSHASUAHU Poxa, eu fiquei muito constrangida na hora, mas a pessoa (que por sinal eu não lembro mais o nome) entendeu e encarou na boa! :)

Um beijo,
Luara - @luuara
http://estantevertical.blogspot.com/

Bruna Fernandes disse...

Oi Eliza,ops Erica! brincadeira rsrsrs
Ri muito com o seu texto! O nome da minha mãe é Alessandra tb! Todos a chamam de 'Alê'
Bjos

Adriana Brazil disse...

kkkkkkkkk ashuahsuahsa
Ei!! Esses contos reais e hilários seus, deveriam vir com o aviso, não leia nesse horário, pq eu posso acordar o povo da minha casa que tá dormindo!!
Adorei miga, bem seu jeitinho mesmo!! Morri de rir aqui!
bjks

PS.saudades

Érica Lopes disse...

Glau, eu amo esse "adjetivos" eles salvam minha vida as vezes! rsrs

Luara, é horrivel passar por esse tipo de situação!

Brenda?! Ahhh Bru! heheehehehe

Amiga, pode deixar que dá próxima, eu coloco o aviso "cuidado esse texto, pode lhe fazer dar boas risadas!" hehehehehe
P/S: Saudades tbm!
Beijokas

Luara Cardoso disse...

Leia sim! É ótimo o livro, vale muito a pena! :)

Um beijo,
Luara - @luuara
http://estantevertical.blogspot.com/

Entre Fatos & Livros disse...

rsrsr


Eu tb sou péssima de memória! Eu esqueço o rosto das pessoas, de onde as conheço e nome então... Aff! Já passei por maus momentos tb!


BjoO
Pri
Entre Fatos e Livros

Leila Krüger disse...

Eu guardo mais sobrenomes que nomes, engraçado. Talvez porque os meus sejam complicados.

Tô te seguindo!

Meu blog, com escritos meus (poemas e divulgação do meu livro):
http://leilakruger.blogspot.com
Seria ótimo te ter como seguidora!

Caso tenhas interesse, estou lançando meu primeiro romance, "Reencontro", pela editora Novo Século.

Hot site com primeiro capítulo:
www.leilakruger.com.br

Sinopse:
"Está bem no fundo. Não se pode alcançar... aos poucos, vai roubando o ar.” Ana Luiza vai perdendo seu fôlego: o fim de (mais) um grande amor, um pai distante, uma mãe fútil, uma amizade complexa e "pessoas que sempre vão embora". Com suas músicas de rock, seus livros e seus cigarros, Ana Luiza vê sua vida desmoronar.

"O amor é uma ferida”, ela sentencia. Mas a “garota de olhar longínquo” tem um encontro inesperado com um alguém aparentemente muito diferente dela: os “olhos imensos”, que tudo veem... Presa em seu próprio mundo e rendida ao álcool e às drogas, Ana Luiza tenta fugir. Principalmente do temido amor, que tanto a feriu...

Como encontrar, ou reencontrar o próprio destino?

Até onde o amor pode ir, até quando pode esperar? O que há além das baladas de rock e dos poemas românticos? Poderá o amor salvar alguém de sua própria escuridão?

Às vezes, é necessário perder quase tudo para reencontrar... e finalmente poder amar.

Beijos e ótima semana!

Érica Lopes disse...

Pri, ás vezes, dá um branco né??
hehehehe

Leila, obrigada pela visita!

Bjos

Marco Antonio disse...

Boa noite Érica,

Muito legal este post, muitas vezes isso aconteceu comigoe acontece,ainda bem que não é só comigo...kkkk.
Abçs.

http://devoradordeletras.blogspot.com/

Débora disse...

Kkkkkkkkkkkkkkkkk

Isso sempre acontece comigo, sempre mesmo! Fico sem graça, mas daí eu peço, com toda a timidez do mundo mas peço, Kkk.

Só que eu tenho a dita sorte de me lembrar de nomes estranhos, e os mais fáceis, tipo: João eu me esqueço, Kkk.

Sou uma esquivada mesmo. USAUHASUHU

Beijão! Esse relato me relembrou tantos outro, Kkkk

 

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