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4 de agosto de 2019

Brincando de ser poeta | Vulnerabilidade





Inconscientemente ou instintivamente eu comecei a ler o livro da Brené Brown, conheci a autora através da Gabriela Brasil, outra pessoa que tem me ajudado muito em organização de tempo, algo que conto melhor em outro post.

No livro a Arte de ser Imperfeito, Brené fala justamente sobre entrar e sair da arena da vida de forma vitoriosa. E, nessa última semana eu vivenciei exatamente isso. Precisei ficar 5 dias na UTI e dois dias internada para dá valor as pequenas coisas.  
   
Dois meses atrás eu tive uma pneumonia, implorei para não ficar internada e não fiquei, se arrependimento... Levei a doença como algo comum, pouco me importei e olha no que deu, adoecei de novo para aprender. Todos os momentos em que estive na UTI, voltei meus olhos para vida e clichê sim, ela é preciosa!

Lá aprendi a dá valor ao mínimo. Acordar, respirar é um presente. Família, gente que te ama de graça, amigos valem muito mais do que desperdiçar seu tempo com energias desnecessárias. A vida te mostra o momento de desacelerar, mas não damos ouvidos. Dinheiro é ótimo, necessário, compra muitas coisas, exceto a saúde. Sem saúde e a fé você não é ninguém.

Quando você fica doente, você fica vulnerável. É angustiante, cansativo, as horas passam devagar e seu desejo é sair daquela situação para aproveitar, usufruir cada segundo.

 Viver é eliminar um obstáculo por vez, muita das vezes você pode se perguntar: porque precisei passar por isso? Para te fortalecer. As situações difíceis nos mostra que superar é nosso dever, se você desiste você não vence a vida.

Tudo bem se você cambalear, se distrair, ralar os joelhos, chorar de vez enquanto... Ninguém sai imune da arena, e se, você sair com certeza não estará fortalecido.







10 de junho de 2016

Se você recebe ódio, pague com amor





Ás vezes eu sinto que o mal sobressai o bem, que as lutas são infinitas e as tristezas nunca cessam. Mas acredito que por mais desgastante que seja as dificuldades, existe uma força maior que nos impulsiona a continuar lutando.

É claro que a vida muda as ordens, bagunça tudo e quando menos esperamos tira o nosso sossego. Algo que vamos passar mais cedo ou mais tarde, a única diferença é de como aceitamos isso.

Cada pessoa tem sua opinião e pontos de vista diferentes. Cada um tem uma forma de agir diante das adversidades, se aprendemos com os erros, ou nos oprimimos e culpamos alguém por nosso sofrimento – tudo é reflexo do nosso olhar. Ele determina o nosso sentimento, se nos enchermos de esperança, se proferimos coisas ruins ou simplesmente agradecemos.

Fico indignada quando vejo alguém desejando mal para o outro, por um motivo banal. O mais engraçado é, que se somos compreendidos devolvemos com um sorriso, agora se não somos... rebatemos com “ódio”.

Temos a tendência a achar que nossos problemas são maiores, que a grama do vizinho é mais verde, somos egoístas, isso é inegável. O ser humano é incapaz que ouvir critica, a não ser construtiva. É muito mais fácil, apontar o erro do outro, do que o nosso.

Conheço pessoas que se fazem de vitima, transfere a responsabilidade por o outro, assume que é infeliz, fala aos quatro ventos que não tem sorte, não consegue enxergar uma solução para o problema, por que está muito preocupado cuidando da vida do outro.

Acredito que tudo é reflexo do que plantamos, se plantamos amor – óbvio que recebemos amor. Se somos cegos de ódio, seremos rancor. Eu sei que a vida não anda fácil para ninguém, contudo, se ficarmos presos por qualquer besteira o tempo passa e a leveza da vida vai ficando para trás.
 

Primeiro Livro © 2012 - Todos os Direitos Reservados. Amanda Cristina